RAMALDENSE F.C.
FUTEBOL - HÓQUEI EM CAMPO - BOXE
Instituição de Utilidade Pública (Diário da República, I I Série, nº 278 de 02/12/1982)
(Nos termos do artigo 3º. do Decreto - Lei nº. 460/77 de 7 de Novembro)
MEDALHA DE OURO DA CIDADE DO PORTO
CÓDIGO ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DO PORTO: 21-03
CÓDIGO FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL: 09-02
SEDE: Rua Dr. Pedro de Sousa, 528
4100-389 PORTO
TEL. 226 176 782
PARQUE DE JOGOS: Rua do Pinheiro Manso, 695
4100-413 PORTO
TEL. 226 172 117
LOCALIZAÇÃO DA SEDE E DO CAMPO DE JOGOS...

(2006)

Quadro dos primórdios do clube que se encontra na sala de reuniões.

Aspecto da sala de troféus.

Outra perspectiva da sala de troféus.
2009/2010
COMISSÃO ADMINISTRATIVA
Presidente: Carlos Alberto Pinto
Director Futebol Sénior: José Luís Teixeira
Tesoureiro: Prof. Joaquim Novais
Secretária: Raquel Pinto
Director: Arlindo Costa
Director: Carlos Sousa
Director: Raúl Marmelo
Director: Paulo Pegado
Director: Francisco Sá
Director: Armando Cerqueira
Director: Maximino Santos
Director: Pedro Baptista Mateus
2008/2009
DIRECÇÃO
(Eleita a 20 de Março de 2008)

Presidente: Carlos Alves
Vice - Presidente: José Luís Teixeira
Vice - Presidente: Engº Luís Galvão Teles
1º Secretário: Júlia Oliveira
2º Secretário: Maria de Fátima Adão
Tesoureiro: Angelina Silva
Director de contabilidade: Joaquim Coelho
Actividades administrativas: Valentim Bessa
Director de futebol sénior: José Manuel Barbosa de Oliveira
Director de futebol júnior: Carlos Sousa
Director de futebol juvenil: Sérgio Silva
Director de futebol iniciados: Arlindo Costa
Director actividades amadoras: António Duarte
ASSEMBLEIA GERAL
Presidente: Raul Lopes Marmelo
Vice - Presidente: Carlos Alberto Pinto
1º Secretário: Pedro Baptista Mateus
2º Secretário: Francisco Pinto de Sá
CONSELHO FISCAL
Presidente: Paulo Jorge Noronha Távora Pegado
Secretário: António Peixe Amaral de Sousa
Relator: Rui Moreira
JOÃO VILAS BOAS TEM SUCESSOR NA PRESIDÊNCIA DO RAMALDENSE
CARLOS ALVES ELEITO
Carlos Alves é o novo presidente do Ramaldense, sucedendo assim a João Vilas
Boas. A nova Direcção, que concorreu sozinha à liderança do clube portuense foi
eleita anteontem, em AG.
Vasco Samouco – in “O Norte Desportivo”
Carlos Alves é o homem que vai liderar a nova Direcção do Ramaldense até 2009.
O sucessor de João Vilas Boas foi eleito por unanimidade em Assembleia Geral –
apenas uma lista foi apresentada a votação, na última quinta-feira, liderando
uma Direcção que vai ter duas mulheres no elenco.
Ainda sem ter tomado o pulso a todos os assuntos relacionados com o clube,
Carlos Alves já adiantou a O NORTE DESPORTIVO que a sua grande aposta vai ser a
“formação”. “A formação no futebol vai ser a nossa grande prioridade. No futuro
queremos ter muitos jogadores da nossa formação no plantel sénior e penso que
esse é o melhor caminho a seguir para o Ramaldense”, disse Carlos Alves ao ND,
no final da AG de anteontem. Neste sentido, o novo presidente do emblema
portuense já fez saber que na próxima época vai haver uma equipa de Juvenis
nas camadas jovens do clube, sendo que este ano os escalões de formação do
Ramaldense só iam até aos iniciados.
Assim sendo, Carlos Alves salienta que “esta aposta terá que ser sustentada e
acompanhada por um melhoramento das condições actuais do clube”, reconhecendo
que “neste momento, as condições de treino do Ramaldense não são suficientes
para que os miúdos possam evoluir mais”.
Outro dos objectivos do sucessor de João Vilas Boas é levar a equipa de futebol
do Ramaldense a mais altos voos. A aposta no futebol também é para ser levada a
sério e Carlos Alves não esconde que quer levar o clube a outros campeonatos.
“Queremos ter uma equipa competitiva e tentar subir de divisão no futuro. A
equipa deste ano não me parece tão má como se diz e acredito que com um ou
outro ajuste pode lutar por objectivos mais ambiciosos no futuro”, confidenciou
Carlos Alves.
No plano financeiro, o presidente da nova Direcção do Ramaldense salienta que “é
importante estabilizar o clube”. “Não sei ao certo quanto é o passivo do clube.
Ainda hoje (ndr: anteontem) fui surpreendido por uma dívida de cinco mil euros
à Federação Portuguesa de Hóquei, pelo que tenho que me inteirar melhor da
situação financeira do clube”, explicou Carlos Alves.
O novo presidente do Ramaldense, que vai ter a sua primeira experiência no
dirigismo desportivo, abordou também a questão do campo de futebol,
mostrando-se “confiante” numa decisão favorável ao clube, que deverá ocorrer em
meados do mês de Junho.
JOÃO VILAS BOAS
PROPOSTO PARA PRESIDENTE HONORÁRIO

João Vilas Boas, agora ex-presidente do Ramaldense, foi proposto por um
associado presente na AG para presidente honorário do clube, “como forma de
agradecimento pelo seu trabalho na liderança do Ramaldense”, proposta que foi
aprovada por todos os sócios presentes na reunião.
Para além disto, foram também aprovados pela assembleia dois votos de louvor: Um
à anterior Direcção do Ramaldense e outro ao ex-presidente João Vilas Boas.
2007/2008
DIRECÇÃO
Presidente: João Gomes Vilas Boas
Vice - Presidente Act. Desp.: Prof. Joaquim Novais Dias
Vice - Presidente Act. Admin.: António Dias Ferreira
1º Secretário: José Manuel Barbosa de Oliveira
2º Secretário: Nuno Tiago Góis da Rocha Ferreira
Tesoureiro: Alberto Monteiro Azevedo
Director de contabilidade: António Duarte
Actividades administrativas: Albertino Pires Nabais Durão
Director de futebol sénior: Júlio André da Cunha Mendes
Director de futebol junior: Manuel Vilas Boas Gomes
Director de futebol juvenil: António Martins da Luz Vilas Boas
Director de futebol iniciados: Francisco Maria Pimentel Matos
Director actividades amadoras: Maximino Oliveira Santos
ASSEMBLEIA GERAL
Presidente: Dr. Alberto Carlos Soares Mendes
Vice - Presidente: José Gomes Vilas Boas
1º Secretário: Luiz Manuel Espinhosa Azevedo
2º Secretário: Carlos Alberto Pinto
CONSELHO FISCAL
Presidente: Manuel Augusto Magalhães Teixeira
Secretário: Vítor Manuel Monteiro Ferreira
Relator: Paulo Jorge Noronha Távora Pegado

O RAMALDENSE NA IMPRENSA...
Resultados motivam saída de Abílio Sousa
Pedro Chousal treina Ramaldense
Três anos após a saída do Ramaldense, Pedro Chousal regressa ao
emblema do Porto, agora para assumir apenas as funções de treinador.
Pedro Chousal está de regresso ao Ramaldense. Depois de há cerca de três
anos ter acumulado as funções de jogador e treinador, Pedro Chousal
volta ao emblema do Porto, agora para se dedicar apenas às funções de
técnico.
Pedro Chousal render, assim, Abílio Sousa, treinador que não «resistiu»
aos resultados menos positivos da equipa.
O novo técnico garante, a O NORTE DESPORTIVO, que tem pela frente 'um
desafio interessante',
'Não vou acumular funções e isso facilita a tarefa. para além disso,
é um clube que me diz muito e parece-me que tem uma boa equipa e que
pode ainda crescer', explicou. O treinador admite que encontrou um
balneário 'desiludido', pelas derrotas, mas que 'aceitou muito
bem a mudança', e que 'está a trabalhar para que os resultados
possam ser outros', No que diz respeito a objectivos, Pedro Chousal
é cauteloso no discurso: 'Se a época começasse agora, diria que íamos
lutar para subir. Mas não posso, nesta altura, assumir a subida. As
metas passam por ganhar jogo a jogo'.
Andreia Cavaleiro
«Ainda
sem ter tomado o pulso a todos os assuntos relacionados com o clube,
Carlos Alves já adiantou a O NORTE DESPORTIVO que a sua grande aposta
vai ser a “formação”. “A formação no futebol vai ser a nossa grande
prioridade. No futuro queremos ter muitos jogadores da nossa formação
no plantel sénior e penso que esse é o melhor caminho a seguir para o
Ramaldense”, disse Carlos Alves ao ND, no final da AG de anteontem.
Neste sentido, o novo presidente do emblema portuense já fez saber que
na próxima época vai haver uma equipa de Juvenis nas camadas jovens do
clube, sendo que este ano os escalões de formação do Ramaldense só iam
até aos iniciados.
Assim sendo, Carlos Alves salienta que “esta aposta terá que ser
sustentada e acompanhada por um melhoramento das condições actuais do
clube”, reconhecendo que “neste momento, as condições de treino do
Ramaldense não são suficientes para que os miúdos possam evoluir mais”.
Outro dos objectivos do sucessor de João Vilas Boas é levar a equipa de
futebol do Ramaldense a mais altos voos. A aposta no futebol também é
para ser levada a sério e Carlos Alves não esconde que quer levar o
clube a outros campeonatos. “Queremos ter uma equipa competitiva e
tentar subir de divisão no futuro. A equipa deste ano não me parece tão
má como se diz e acredito que com um ou outro ajuste pode lutar por
objectivos mais ambiciosos no futuro”, confidenciou Carlos Alves.
No plano financeiro, o presidente da nova Direcção do Ramaldense
salienta que “é importante estabilizar o clube”. “Não sei ao certo
quanto é o passivo do clube.
O novo presidente do Ramaldense, que vai ter a sua primeira experiência
no dirigismo desportivo, abordou também a questão do campo de futebol,
mostrando-se “confiante” numa decisão favorável ao clube, que deverá
ocorrer em meados do mês de Junho.»
Vasco Samouco NORTE DESPORTIVO

Fundado a 5 de Abril de 1922, o Ramaldense F. C, marcante clube da Invicta cidade, tem efectuado um trabalho em prol do desporto, executando também um serviço social de apoio à população mais jovem da freguesia. Em entrevista ao jornal “O Primeiro de Janeiro” João Gomes Vilas Boas, presidente da direcção e Raul Lopes Marmelo, director de futebol iniciados, falam um pouco da história, das modalidades e da forte aposta nas camadas jovens.
À semelhança de outros clubes, o Ramaldense F.C., já atravessou épocas boas e más. No futebol, embora nunca tenha ocupado a 1ª divisão, disputou jogos com o Futebol Clube do Porto e Boavista F. C, no início da história do desporto rei na cidade do Porto. Apesar de nunca ter saído dos escalões regionais, numa história com 84 anos, o Ramaldense F. C. possui no seu palmarés a vitória em vários campeonatos da segunda e terceira divisão regional, tendo estado presente durante alguns anos na primeira divisão dos regionais. Não é contudo no futebol onde este clube se destaca, mas sim na modalidade de hóquei em campo e no boxe.
“O hóquei em campo foi fundado dez anos após a inauguração do clube, graças a Alberto Guimarães, para mim, o melhor dirigente que o Ramaldense F. C. teve. Um indivíduo com quem tive o prazer de conviver e que possuía, tanto a nível profissional, como pessoal os mais honrosos predicados”, confidencia João Gomes Vilas Boas. No hóquei em campo, o Ramaldense possui 33 campeonatos nacionais ganhos, para além de vários campeonatos nacionais de juniores, de reservas, hóquei em campo feminino e Taças de Portugal. No ano passado apresentou algumas dificuldades, “devido à saída de vários jogadores para outros clubes. Na presente época, esses mesmos jogadores retornaram ao clube e já vencemos a taça Governador Civil do Porto”.
O boxe é a outra modalidade que tem uma grande expressão neste clube local da cidade do Porto. Fundada e financiada por Luís Savedra, que também dirigiu a modalidade durante os primeiros anos no Ramaldense conquistando vários campeonatos nacionais. Apenas dez anos após o falecimento deste responsável o boxe diminuiu um pouco o poderio que apresentava até então. “Actualmente a cargo de Sr. Fontinha, conseguimos ter dois campeões nacionais nas secções de pesados e 71 kg, voltando outra vez a colocar o Ramaldense no centro do ringue do boxe português”.
Contudo há algo em que o Ramaldense F.C. tem batalhado e conseguido excelentes resultados. Falamos das escolas, escolinhas e os infantis de futebol, um trabalho desenvolvido, não só pelo desporto, mas sobretudo para dar a possibilidade aos mais jovens desta freguesia de praticarem o seu desporto predilecto e, quem sabe, iniciarem um percurso profissional. Para Raul Lopes Marmelo, director de futebol iniciados “em Portugal não precisamos de ir buscar jogadores fora. Bastava que os próprios clubes da primeira divisão apoiassem as camadas jovens dos clubes regionais. Graças ao trabalho que temos realizado já dois jogadores das nossas escolas estão no Boavista. Se os clubes pequenos acabarem os grandes não vão ficar muito melhores”. Fruto da ligação ao Ramaldense, este director já foi treinador de várias camadas, tendo sido sua a ideia de criação destas escolas. “Toda a gente paga para jogar à bola, mas há pessoas que não têm essa possibilidade, como é o caso dos «miúdos do bairro». E quando algum deles tem apetência para o desporto, por vezes falta a parte disciplinar, como estar no campo. Decidi propor este projecto à direcção do Ramaldense, tendo sido muito bem aceite. Para além de lhes darmos o prazer de jogar, actuamos também ao nível de lhes conferir disciplina, reflectindo-se também fora dos treinos e na própria vida escolar. Nos bairros, os mais novos apenas têm como exemplo os mais velhos, muitos deles na marginalidade, sendo todos os dias aliciados para caminhos menos próprios. Nós tentamos dar-lhe exemplos de referência, e falamos com eles, tentando incutir-lhes que o mundo não é apenas este bairro, é muito mais extenso e com muito mais possibilidades”.
Este projecto só foi possível graças a algumas pessoas da comunidade que financiam, ajudam, treinam e fazem o que podem para dar mais alento aos jovens de uma região menos favorecida da cidade. “Estas pessoas têm sido fantásticas, é muito motivador ver a união que se tem criado em torno das camadas jovens do Ramaldense. Atingiu um sucesso tal que eu nunca imaginei ter 87 crianças a treinar nas nossas instalações”. Esta experiência tem dado resultados, sendo de realçar sobretudo a forte ligação criada entre os próprios treinadores e as crianças. “Por vezes é complicado lidar com estes miúdos, por vezes indisciplinados, temos de ser intransigentes. Mas notamos a sua evolução, que ultrapassa a esfera do desporto. Vemo-los adquirirem e tornarem-se pessoas melhores, responsáveis, disciplinados, e com fortes possibilidades de sucesso, a nível desportivo, mas sobretudo pessoal”, segundo Raul Lopes Marmelo.
Para finalizar João Gomes Vilas Boas reforça o apelo para que “o mais rapidamente quanto for possível, a Câmara Municipal do Porto arranque com a reestruturação das estruturas dos clubes da cidade. Seria algo que traria muitas vantagens e muitas alegrias aos jovens e restante população desta freguesia. Aproveito também para desejar a todos os nossos jogadores, equipas técnicas, directores sócios e toda a população que gosta do Ramaldense as Boas Festas”
Nunca será demais agradecer às pessoas que iniciaram o projecto das camadas jovens: Paulo Pegado, Rui Alhinho, Prof. Joaquim Novais.
Director da Escola: Valentim Fernando Bessa
Director Infantis: Joaquim Coelho
Directora escolinhas: Júlia Oliveira
Treinadores: Escola - Prof. Chico (Kiko); Infantis - António Luís, Álvaro Madureira, Nuno Madureira, Bruno Vieira; Escolinhas - Bruno Correia e Pedro Maia.
Responsável Clínico: Dr. Manuel Pizarro
Apoios: Manuel Teixeira, Carlos Alves, Casimiro Silva, Arnaldo Pereira, José Emanuel Lopes, José Saraiva, António Augusto Silva, Maria de Fátima Adão
Exmo Sr. Presidente Junta de Freguesia de Ramalde - Manuel Maio.
Os dirigentes do Ramaldense F.C. agradecem todo o esforço e apoio dado por estas pessoas na concretização do projecto das camadas jovens.
05/12/2006
Ricardo Maia

EIS O RESULTADO DE UM ANO DE ENCERRAMENTO DO CAMPO DE JOGOS!


...
DEZASSEIS
MESES DEPOIS A EQUIPA PORTUENSE REGRESSA A CASA
CAMPO DO RAMALDENSE REABERTO
Passou
mais de um ano desde que o campo do Ramaldense foi fechado a cadeado. Ontem de
manhã, as portas do recinto foram reabertas depois do Tribunal da Relação ter
dado razão à colectividade portuense.
Andreia
Cavaleiro
onortedesportivo.com

O campo do Ramaldense foi, ontem de manhã, reaberto.
Passaram precisamente 16 meses desde que o clube se viu obrigado a deixar as
instalações devido a uma decisão do Tribunal.
O caso remonta a 3 de Junho de 2004, dia em que a Direcção
do Ramaldense foi «obrigada» a entregar as chaves das instalações, depois
dos proprietários dos terrenos terem interposto uma providência cautelar
alegando que o campo do Ramaldense está inserido em terrenos rústicos.
O clube recorreu, de imediato, da decisão e, precisamente
um ano depois, em Junho de 2005, o Tribunal da Relação deu razão à
colectividade, ordenando que o campo fosse reaberto, até que a decisão final
do Tribunal Constitucional, ao recurso apresentado pelo Ramaldense, seja
conhecida.
A reabertura das instalações aconteceu na manhã de ontem,
na presença do presidente da junta de freguesia, Manuel Maio, e do líder do
clube, João Vilas Boas.
O desejo
de um novo campo
O
presidente do clube não podia estar mais satisfeito com a decisão e
consequente reabertura do campo do Ramaldense. “Este dia é aguardado há
muito tempo. Foram dezasseis meses de espera e agora, até nova decisão do
Tribunal Constitucional, ficámos com o assunto resolvido. Estamos muito
felizes”, sublinha.
João Vilas Boas destaca que o dia de ontem foi “muito
importante para o clube” e recorda que, desde a altura do fecho das instalações,
as “despesas são muitas” e as “receitas quase nenhumas”.
Agora, a situação regressa ao normal o que acaba também
“por beneficiar as equipas do clube” que voltam “a sentir o apoio dos
adeptos”. Porém, João Vilas Boas defende que a melhor solução para o
Ramaldense seria ter um novo recinto desportivo. Uma infra-estrutura que
servisse os clubes portuenses que não podem jogar em casa: “O ideal é termos
um campo novo. A Câmara tem um projecto para a construção de recinto não só
para nós, mas para albergar outras equipas do Porto que não têm onde jogar.
Acho que se justifica que assim seja”.
Presidente quer sair ao fim de 36 anos
Ramaldense
procura Direcção
João Vilas
Boas, dirigente do Ramaldense há 36 anos, está de saída do clube e prepara-se
para deixar o cargo de presidente do clube portuense. Na iminência de regressar,
ao departamento de futebol sénior, está José Luís Teixeira.

Andreia Cavaleiro
O mês de Março será de mudanças em Ramalde. O presidente do Ramaldense, João
Vilas Boas, está de saída e terá lugar, este mês, uma Assembleia Geral para
eleições de novos Corpos Sociais.
Ao fim de 36 anos como dirigente da histórica colectividade, João Vilas Boas
mostra-se “cansado” e garante que a decisão é definitiva, estando já, por isso,
a tratar de encontrar elementos que possam formar um novo elenco directivo a
tempo de planear a nova temporada desportiva, no Campeonato da II Divisão.
“O mandato é sempre de um ano e termina no final da época, mas há a necessidade
de se fazer eleições mais cedo para que se possa planear as coisas com tempo. Há
uma série de situações por resolver e, por isso, decidimos marcar a assembleia”,
sublinha, acrescentando: “Não sou candidato. São muitos anos como dirigente e
uma remodelação só vai fazer bem ao clube”.
O dirigente garante que está já a “fazer todos os possíveis para arranjar
substituto” e admite mesmo que isso “será conseguido”. Porém, recusa-se a
adiantar nomes dos sucessores: “São pessoas novas, ligadas ao clube e com
vontade de ajudar e trabalhar em prol do Ramaldense”.
João Vilas Boas recorda que gerir um clube “não é nada fácil” principalmente
quando se trata de uma colectividade “com dificuldades” em que as “receitas são
muito poucas”. O responsável máximo pela Direcção do Ramaldense garante ainda
que caso na reunião magna de Março ainda não esteja encontrado um novo elenco
directivo, continua em funções “até que a situação se resolva”.
“Não vou fugir às responsabilidades e assegurarei a gestão do clube até que seja
encontrada nova Direcção”, frisa.
Ao que conseguimos apurar, os novos dirigentes são pessoas que exercem funções
no departamento juvenil do Ramaldense.
Entretanto, um dos elementos que pode estar de volta é José Luís Teixeira. O
antigo chefe de departamento de futebol do clube, que deixou de exercer funções
no final da época transacta, já terá sido convidado para regressar ao cargo, mas
nada está ainda definido.
“O PRIMEIRO DE JANEIRO” 02/03/2007
CAMPEÃO DE FUTEBOL
DISTRITO DO PORTO
PROMOÇÃO: Épocas de 1924/25 e 1928/29
CONCELHO DO PORTO
Época 1932/33
2ª DIVISÃO - CONCELHO DO PORTO
Época de 1926/27
1ª DIVISÃO - CONCELHOS DE PORTO, MATOSINHOS E GONDOMAR
Época de 1937/38
2ª DIVISÃO - DISTRITO DO PORTO
Épocas de 1938/39, 1940/41, 1941/42, 1942/43, 1943/44, 1944/45 e 1950/51